Sobre prazos

Eu tenho um sério problema chamado: prazos. Detesto fazer as coisas que, as vezes até gosto, por obrigação. Me sinto pressionada, e não gosto disso nem um pouco. Sinto como se algo que nem é tão chato assim de se fazer, fique insuportável de ser feito quando eu tenho a obrigação de fazê-lo.

Por exemplo, agora estou escrevendo esse post e vários outros por obrigação por que vou viajar e não quero que o blog fique sem conteúdo por tanto tempo assim, então, já vou deixar tudo pronto. Por um lado, isso é bom, por que você fica livre logo das suas obrigações, mas por outro, me sinto completamente pressionada e automaticamente fico menos criativa e sem muitas ideias.

Gosto é de improviso, de fazer as coisas no “vamo? vamo!”, de decidir de última hora, de resolver só quando for necessário MESMO e não ficar adiantando as coisas sempre. É um pensamento bem preguiçoso, mas, as vezes penso “estou adiantando tanta coisa sendo que posso morrer amanhã”.

Mas, infelizmente a vida não é bem como a gente quer e algumas coisas realmente precisam ser feitas com antecedência para que possamos viver a vida com mais tranquilidade. Decidi postar esse texto no domingo para poder dar uma inspirada para essa nova semana que está por vim.

Beijos, Joy

Top 5 músicas da

Oi, gente! Hoje tem as Top 5 músicas inspiradoras da semana

Who You Are – Jessie J

Como eu já disse aqui, eu adoro essa cantora, ela canta muito e essa música é um amor. Escutem e me digam.

Felicidade – Marcelo Jeneci

Essa música, o clipe, esse cantor, é tudo tão amorzinho, aquele tipo de música gostosa de ouvir e que vale a pena ser incluída nessa playlist.

Oração – Banda Mais Bonita da Cidade

Esse é o tipo de música que nunca vou cansar de ouvir. Fez muito sucesso em 2015/2016 e com razão

Viva – Zimbra

Essa música é mais voltada para o amor, aquelas que quando você ouve pensa logo em quem mexe com seu coração. Amo essa música desde muito tempo. Ela não é tão famosa, mas sou muito fã dessa banda

Run the World – Beyoncé

Diva suprema, ela sempre prega o feminismo em suas músicas e uma das minhas preferidas.

Agressão psicológica dentro de casa

Sempre quis falar sobre esse assunto, que pra mim é muito sério: a agressão psicológica dentro de casa.
Desde o momento do nascimento de uma criança, um dos maiores desejos dos pais é protegê-la de todos os males do mundo. Na sociedade na qual vivemos, as cobranças são inúmeras e muitas vezes absurdas: o que você deve fazer (e não fazer), o que você deve saber, o que você deve comer, que nota você deve tirar, o quão magra(o) e saudável você tem que ser… estar dentro do que exigido muitas vezes é “critério de seleção” pra ser aceito nessa sociedade e se encaixar em algum lugar.
Muitas vezes, preocupados demais com os filhos e em como essa sociedade irá enxerga-los, os pais acabam numa super cobrança/exigência da criança, sobrecarregando e/ou machucando psicologicamente. Quantos de nós já não ouvimos DENTRO DE CASA “você é um fracasso” “não faz nada direito” “aceita que você não é bonita(o)” “não consegue fazer nem o mínimo” “filha(o) de fulano conseguiu isso e isso” “filha(o) de fulano já está em tal lugar” “olha essa barriga” “para de comer, só vai ficar mais gorda(o)”…
Talvez os pais não tenham noção do impacto que tais frases causam e em como isso pode influenciar no desenvolvimento da criança desencadeando a formação de um adulto completamente inseguro e depressivo.
Bullying é uma coisa muito séria, que não trata só de agressão física, como também a psicológica. Muitos debatem sobre isso, fazem campanha tentando conscientizar e erradicar esse mal. Mas e quando essa agressão é dentro de casa, como pode ser mudado? Se uma criança ou um adolescente não tem o apoio e a confiança nem dos pais, quem dirá do mundo lá fora?

Por Lívia Del Bianco

Top 5 músicas inspiradoras da semana.

E aí gente, tudo bom? Pensei em criar um novo quadro aqui pro blog que se chama “top 5 músicas inspiradoras da semana” que vai ao ar todo sábado. Pensei que seria legal colocar aqui algumas músicas que me inspiram e me deixam com mais esperança. Escolhi sábado pra começar bem a nova semana que virá.

Vou deixar também o link das músicas no youtube e as que forem em inglês deixarei a versão traduzida para que possam se emocionarem com a música como eu. Espero que gostem.

Trem-Bala – Ana Vilela

Gente, fala sério… Essa música é um mar de inspiração, não tem nem o que comentar, apenas ouçam.

 

Warrior – Demi Lovato

Essa música é uma das minhas preferidas e me ajudou MUITO quando eu estava passando por uma frase difícil. Inclusive, tenho uma tatuagem com essa palavra tatuada justamente por causa dessa música. Aliás, muitas músicas da Demi vão aparecer aqui, por que as letras são simplesmente maravilhosas.

 

Nobody’s Perfect – Jessie J

Outra cantora com músicas INCRÍVEIS e que canta MUITO. Ela também vai aparecer muito aqui, por que realmente, ela é uma cantora admirável.

 

Survivor – Destiny’s Child

Eu não achei a versão original traduzida, então vou colocar um cover da Clarice Falcão que interpretou muito bem a música. Com letra de cunho feminista, prestem atenção na mensagem passada por essa música incrível.

 

Passarinhos – Emicida

A música retrata muito bem a sociedade contemporânea. É aquele tipo de música que toda vez que você escuta, você aprende uma coisa nova.

Abandono paterno: precisamos falar sobre.

Chega a ser engraçado o modo como a sociedade simplesmente fecha os olhos para o abandono paterno no Brasil. Esse é um assunto que sempre quis falar mais detalhadamente sobre o que penso, por que realmente me incomoda o jeito como as pessoas encaram isso. Existem dois tipos de abandono: o físico (mais comum aqui no Brasil) e o afetivo (não menos triste).

O físico é quando o pai simplesmente decide “abortar o filho”. Sabe que engravidou uma mulher e simplesmente cai fora, sem dar nenhuma satisfação, nenhuma ajuda financeira, NADA. É muito triste, mas pense em quantas mães solteiras que criam os filhos SOZINHAS -sem ajuda financeira- dos pais das crianças. Agora pense em quantos pais solteiros você conhece em que a mãe simplesmente desapareceu. Difícil pensar, né? Pois é.

O afetivo é quando o pai dá uma ajuda financeira porém não é presente na vida do filho. Esses são os famosos “pais de selfie”: aqueles que postam fotos com o filho no facebook, exibem as boas conquistas do filho nas raras festas em família, mas ligam só uma vez por mês. Sair então?! Mais raro ainda.

Agora pergunte pra esse pai, quais são as peças de roupas preferidas de seu filho, qual o nome dos amigos preferidos, ele tem alergia à algo? o que?, o que come no café da manhã, come no café da manhã ou pula direto pro almoço?, qual o número do ônibus que pega pra ir pra escola, o que leva de lanche pra escola. Com certeza, essas seriam perguntas que os “pais de selfie” simplesmente não iriam conseguir responder.

Por mais respeito com as mães desse Brasil e do mundo. Que elas não tenham que criar filhos sozinhas quando acontece um divórcio ou mesmo uma gravidez indesejada. Que elas não tenham que saber tudo sobre os filhos enquanto os pais não sabem nem o tipo sanguíneo. Por mais respeito às crianças e adolescentes. Que as pessoas entendam os traumas gerados por um abandono paterno. Por mais consciência e empatia.

Joy