Meu hidratante facial preferido atualmente

Eu não costumo usar muitos cremes nem nada do tipo na pele não, mas, vi que minha pele tava ficando um pouco ruim então decidi investir nesse da Hinode e gente, ele é maravilhoso, sério.

Sabe aquela sensação de pele fresca e hidratada ao mesmo tempo? Não sei explicar bem a sensação que ele deixa no rosto, mas ele é maravilhoso. Ele fecha muito os meus poros e é isso que eu mais gosto nele.

Ele não é tão barato pro tamanho (50g), custa em torno de 30 reais mas valeu a pena cada centavo pago nele, que, além de tudo é cheiroso. Minha pele é mista (oleosa somente na zona T) e deu muito certo. Tem outros cremes dessa linha da Hinode que depois quero testar, por que esse realmente me surpreendeu. E vocês, já testaram? Vão testar? Contem nos comentários aqui em baixo. 😉 #ficaadica

Beijos,

Joy

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Aceita que dói menos.

Esse post é dedicado à uma amiga minha que me ensinou uma das coisas mais importantes e que vou levar pra minha vida: aceitar. Isso mesmo, a famosa frase “aceita que dói menos” faz muito sentido.

Aceitar quando um relacionamento acabar, quando uma amizade não for aquilo que você realmente esperava, quando algo não for recíproco, aceitar o jeito que o outro é e sua criação, se auto-aceitar quando algumas coisas não derem certo e, mesmo quando nada fizer sentido, aceitar. Aceitar é o primeiro passo para você poder conviver consigo mesma e entender que a vida é assim. Nem sempre as coisas vão ser como queremos e temos que simplesmente aceitar.

Uma coisa é não aceitar o porquê de alguma lei maluca de física e tentar entender, procurar saber mais sobre. Outra coisa é tentar entender algo que mesmo que você tente, não vai mudar, e que, as vezes nem teve um porquê. As coisas acontecem em nossas vidas simplesmente por que tem que acontecer e não cabe a nós tentar entender.

“Problemas e dificuldades sempre irão existir, isso independe da aceitação ou não do sujeito, mas ao saber lidar com os obstáculos de forma madura e equilibrada, o indivíduo conseguirá transpor barreiras de forma mais serena, terá energia para enfrentar e resolver as demandas que surgem.”

As vezes, com o tempo, começamos a entender o porquê de certas coisas terem acontecido, e começamos a sermos gratos por terem acontecido e acabado na hora certa, sabe? E, a você, minha amiga, muito obrigada por ter me mostrado isso. Serei eternamente grata ao destino por ter te colocado em minha vida e ter me ensinado tantas coisas.

De coração,

Joy

 

Abandono paterno: precisamos falar sobre.

Chega a ser engraçado o modo como a sociedade simplesmente fecha os olhos para o abandono paterno no Brasil. Esse é um assunto que sempre quis falar mais detalhadamente sobre o que penso, por que realmente me incomoda o jeito como as pessoas encaram isso. Existem dois tipos de abandono: o físico (mais comum aqui no Brasil) e o afetivo (não menos triste).

O físico é quando o pai simplesmente decide “abortar o filho”. Sabe que engravidou uma mulher e simplesmente cai fora, sem dar nenhuma satisfação, nenhuma ajuda financeira, NADA. É muito triste, mas pense em quantas mães solteiras que criam os filhos SOZINHAS -sem ajuda financeira- dos pais das crianças. Agora pense em quantos pais solteiros você conhece em que a mãe simplesmente desapareceu. Difícil pensar, né? Pois é.

O afetivo é quando o pai dá uma ajuda financeira porém não é presente na vida do filho. Esses são os famosos “pais de selfie”: aqueles que postam fotos com o filho no facebook, exibem as boas conquistas do filho nas raras festas em família, mas ligam só uma vez por mês. Sair então?! Mais raro ainda.

Agora pergunte pra esse pai, quais são as peças de roupas preferidas de seu filho, qual o nome dos amigos preferidos, ele tem alergia à algo? o que?, o que come no café da manhã, come no café da manhã ou pula direto pro almoço?, qual o número do ônibus que pega pra ir pra escola, o que leva de lanche pra escola. Com certeza, essas seriam perguntas que os “pais de selfie” simplesmente não iriam conseguir responder.

Por mais respeito com as mães desse Brasil e do mundo. Que elas não tenham que criar filhos sozinhas quando acontece um divórcio ou mesmo uma gravidez indesejada. Que elas não tenham que saber tudo sobre os filhos enquanto os pais não sabem nem o tipo sanguíneo. Por mais respeito às crianças e adolescentes. Que as pessoas entendam os traumas gerados por um abandono paterno. Por mais consciência e empatia.

Joy

Primeiro post do blog

Decidi criar esse blog com dois intuitos: o primeiro, é que sempre gostei desse tipo de blog na internet, então, por que não criar o meu próprio? Com as minhas dicas, minha cara, meu jeito. Segundo, por que eu tenho um sério problema com ansiedade -e não é um problema pra mim falar abertamente sobre isso- e achei que, se eu fizesse algo que eu gostasse como hobbie, ajudaria nisso.

Com isso, cá estou eu. Na realidade eu morro de vergonha e talvez eu só divulgue isso pra pessoas que conheço se começar a dar certo. Mas espero que, de coração, dê. Eu não faria isso se realmente não estivesse precisando -e, novamente, não tenho vergonha de falar abertamente sobre isso- então é isso, conto com vocês para o que der.

Beijos,

Joy.