Top 5 músicas da

Oi, gente! Hoje tem as Top 5 músicas inspiradoras da semana

Who You Are – Jessie J

Como eu já disse aqui, eu adoro essa cantora, ela canta muito e essa música é um amor. Escutem e me digam.

Felicidade – Marcelo Jeneci

Essa música, o clipe, esse cantor, é tudo tão amorzinho, aquele tipo de música gostosa de ouvir e que vale a pena ser incluída nessa playlist.

Oração – Banda Mais Bonita da Cidade

Esse é o tipo de música que nunca vou cansar de ouvir. Fez muito sucesso em 2015/2016 e com razão

Viva – Zimbra

Essa música é mais voltada para o amor, aquelas que quando você ouve pensa logo em quem mexe com seu coração. Amo essa música desde muito tempo. Ela não é tão famosa, mas sou muito fã dessa banda

Run the World – Beyoncé

Diva suprema, ela sempre prega o feminismo em suas músicas e uma das minhas preferidas.

Top 5 músicas inspiradoras da semana.

E aí gente, tudo bom? Pensei em criar um novo quadro aqui pro blog que se chama “top 5 músicas inspiradoras da semana” que vai ao ar todo sábado. Pensei que seria legal colocar aqui algumas músicas que me inspiram e me deixam com mais esperança. Escolhi sábado pra começar bem a nova semana que virá.

Vou deixar também o link das músicas no youtube e as que forem em inglês deixarei a versão traduzida para que possam se emocionarem com a música como eu. Espero que gostem.

Trem-Bala – Ana Vilela

Gente, fala sério… Essa música é um mar de inspiração, não tem nem o que comentar, apenas ouçam.

 

Warrior – Demi Lovato

Essa música é uma das minhas preferidas e me ajudou MUITO quando eu estava passando por uma frase difícil. Inclusive, tenho uma tatuagem com essa palavra tatuada justamente por causa dessa música. Aliás, muitas músicas da Demi vão aparecer aqui, por que as letras são simplesmente maravilhosas.

 

Nobody’s Perfect – Jessie J

Outra cantora com músicas INCRÍVEIS e que canta MUITO. Ela também vai aparecer muito aqui, por que realmente, ela é uma cantora admirável.

 

Survivor – Destiny’s Child

Eu não achei a versão original traduzida, então vou colocar um cover da Clarice Falcão que interpretou muito bem a música. Com letra de cunho feminista, prestem atenção na mensagem passada por essa música incrível.

 

Passarinhos – Emicida

A música retrata muito bem a sociedade contemporânea. É aquele tipo de música que toda vez que você escuta, você aprende uma coisa nova.

Abandono paterno: precisamos falar sobre.

Chega a ser engraçado o modo como a sociedade simplesmente fecha os olhos para o abandono paterno no Brasil. Esse é um assunto que sempre quis falar mais detalhadamente sobre o que penso, por que realmente me incomoda o jeito como as pessoas encaram isso. Existem dois tipos de abandono: o físico (mais comum aqui no Brasil) e o afetivo (não menos triste).

O físico é quando o pai simplesmente decide “abortar o filho”. Sabe que engravidou uma mulher e simplesmente cai fora, sem dar nenhuma satisfação, nenhuma ajuda financeira, NADA. É muito triste, mas pense em quantas mães solteiras que criam os filhos SOZINHAS -sem ajuda financeira- dos pais das crianças. Agora pense em quantos pais solteiros você conhece em que a mãe simplesmente desapareceu. Difícil pensar, né? Pois é.

O afetivo é quando o pai dá uma ajuda financeira porém não é presente na vida do filho. Esses são os famosos “pais de selfie”: aqueles que postam fotos com o filho no facebook, exibem as boas conquistas do filho nas raras festas em família, mas ligam só uma vez por mês. Sair então?! Mais raro ainda.

Agora pergunte pra esse pai, quais são as peças de roupas preferidas de seu filho, qual o nome dos amigos preferidos, ele tem alergia à algo? o que?, o que come no café da manhã, come no café da manhã ou pula direto pro almoço?, qual o número do ônibus que pega pra ir pra escola, o que leva de lanche pra escola. Com certeza, essas seriam perguntas que os “pais de selfie” simplesmente não iriam conseguir responder.

Por mais respeito com as mães desse Brasil e do mundo. Que elas não tenham que criar filhos sozinhas quando acontece um divórcio ou mesmo uma gravidez indesejada. Que elas não tenham que saber tudo sobre os filhos enquanto os pais não sabem nem o tipo sanguíneo. Por mais respeito às crianças e adolescentes. Que as pessoas entendam os traumas gerados por um abandono paterno. Por mais consciência e empatia.

Joy